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MIT faz um avanço significativo na fusão nuclear

MIT faz um avanço significativo na fusão nuclear


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Depois de realizar uma série de experimentos complexos, o MIT finalmente fez uma descoberta em um dos problemas mais desconcertantes da fusão nuclear. A fusão nuclear é uma reação nuclear na qual dois ou mais núcleos atômicos (neste caso, átomos de hidrogênio) se combinam para formar um núcleo ainda maior (neste caso, Hélio).

Essa reação é importante porque, quando esses dois átomos de hidrogênio se combinam para formar o hélio, eles liberam uma quantidade incrível de energia; energia que alguns cientistas acreditam que podemos aproveitar para fornecer energia para o mundo inteiro por muitos anos.

Embora seja uma ideia bastante interessante, tem havido dificuldades em torná-la realidade. Por um lado, combinar dois núcleos atômicos requer uma quantidade incrível de energia em si, então essa é uma parte complicada. A segunda parte é que a energia liberada após a combinação dos núcleos é perdida devido à turbulência no reator nuclear. Este segundo problema é o que o MIT investigou.

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Idealmente, os cientistas esperavam que a turbulência causada por íons e a turbulência causada pelos elétrons se cancelassem, resultando em pouca ou nenhuma turbulência no próprio reator. Pelo menos é nisso que seu modelo foi baseado. Mas depois de experimentos, aconteceu que sempre havia turbulência no reator e ninguém conseguia entender por que ocorria ou de onde vinha.

[Fonte da imagem: Nerdist]

Isso foi até que os pesquisadores do MIT decidiram fazer uma simulação, mas desta vez, levando em consideração os dois tipos de turbulência. Devido às variáveis ​​extras, o cálculo se tornou muito mais complexo do que antes. Para se ter uma ideia de como isso era complexo, demorou 17.000 processadores e 37 dias para completar a simulação. Isso perfaz 15 milhões de horas de computação!

No entanto, o MIT obteve o resultado que procuravam e, com isso, os cientistas deveriam ter um melhor entendimento do processo subjacente.


Assista o vídeo: O maior reator de fusão nuclear do mundo é um puzzle gigante e já começou a ser montado (Junho 2022).